segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Luz da minha Vida





Olhos da alma
Amor verdadeiro, infinito, cristalino.
Estou louco,
Louco por esse sentimento.
Caio em lamentações.
Fecho os meus olhos
E começo a enxergar com os olhos da alma
Sinto sua presença
O seu ser ofegante, o seu cheiro de orvalho.
Segure-me em seus braços
Enlouquece-me com sua luz.
Transporte-me.
Sinto a sua boca acariciar a minha boca.
O seu corpo deletando o meu.
O tempo passa o seu ser invade a minha alma
Não sei mais que sou?
Só sei que quero somente ser você.
Sinto a elevação desse desejo.
Somos uma luz, somente uma luz.
Uma explosão se faz presente
Há mais linda luz ofusca-nos
Somos um só corpo, uma só alma, um só ser.
Somos uma estrela cintilante,
Brincando de amor em outros corpos celestiais.
Vejo a imensidão das galáxias.
Vejo esferas diferentes.
Sacia a minha alma com a sua presença.
Amo-o integralmente.
Nem o tempo, o espaço, nada poderá
Transcender esse amor.
Esse sentimento permanecerá para todo o sempre.
Até essas luzes, ficarem em perfeita harmonia
E conectarem-se
E partirem para uma morada superior
Amor louco,
Pelos olhos que vejo
A espera é um aprendizado.
Não há física
Somente a metafísica
Que adentrará os caminhos
Luz da minha vida
Eu o quero,
Eu o desejo,
Espere por mim.

(Iza Renata).
*

domingo, 23 de novembro de 2008

Muscat-Oman




(Muscat-Oman) possui aproximadamente 2,5 milhões de habitantes, em sua maioria de origem árabe – embora ainda exista um grupo considerável de baluchis paquistaneses presente no país. As características naturais de Omã e o isolamento de seu interior pela região montanhosa próxima ao Golfo de Omã transformaram o país em uma das mais distintas culturas da região do Golfo Pérsico.
Apesar de ter se tornado um protetorado britânico ao final do século XVIII e ter obtido sua independência formal apenas em 1951, Omã tem mantido sua independência, em princípio, desde 1650. Em 1970, o príncipe herdeiro Qaboos bin Said depôs seu pai e assumiu o poder, transformando o país em uma monarquia absolutista, sistema que perdura até hoje. Partidos políticos não são permitidos, embora exista uma considerável liberdade individual. Omã é o único país no Golfo Pérsico onde o chefe de estado é um sultão. O islamismo é a religião oficial e a maioria dos omanis são abaditas caridjitas.


Recebi fotos maravilhosas desse país dos emirados árabes.
Como o mundo é belo.
Beijos em seus corações.
Iza
*

Muscat-Oman





Muscat (Arabic: مسقط, transliteration: masqaṭ) is the capital and largest city of the Sultanate of Oman. It is also the seat of government and largest city in the Governorate of Muscat. As of 2008, the population of the Muscat metropolitan area was 1,090,797[1]. The metropolitan area spans approximately 1500 km² and includes six wilayats. Known since the early 1st century CE as an important trading port between the west and the east, Muscat was ruled by various indigenous tribes as well as foreign powers such as the Persians and the Portuguese Empire at various points in its history. A regional military power in the 18th century, Muscat's influence extended as far as East Africa and Zanzibar. As an important port-town in the Gulf of Oman, Muscat attracted foreign tradesmen and settlers such as the Persians, the Balochis and Gujaratis. Since the ascension of Qaboos bin Said as Sultan of Oman in 1970, Muscat has experienced rapid infrastructural development that has led to the growth of a vibrant economy and a multi-ethnic society.
The rocky Western Al Hajar Mountains dominate the landscape of Muscat. The city lies on the Arabian Sea along the Gulf of Oman and is in the proximity of the strategic Straits of Hormuz. Low-lying white buildings typify most of Muscat's urban landscape, while the port-district of Muttrah, with its corniche and harbour, form the north-eastern periphery of the city. Muscat's economy is dominated by trade, petroleum and porting.

Iwould like the pictures
Good travel.
Iza
*

sábado, 22 de novembro de 2008

Comemoração Bat-Mitsvá





Querida amiga, que a sua maioridade chegue com grande intensidade.
Com amor e carinho
Iza
*

Bar-Mitsvá e Bat-Mitsvá





A transição da infância para a vida adulta é comemorada em várias comunidades ao redor do mundo. Na tradição ocidental, as festas de 15 anos cumprem esse papel. Em famílias católicas, o crisma representa essa nova fase. De acordo com a tradição judaica, é no início da adolescência que as pessoas estão prontas para serem responsabilizadas por seus próprios atos. É neste momento que os jovens aprendem a canalizar suas energias para boas ações e a pensar mais no outro do que em si mesmo. Durante o bat-mitzvá (meninas) ou bar-mitzvá (meninos), os jovens firmam o compromisso de manter os mandamentos da Torá, o livro sagrado dos judeus, e de se tornar uma pessoa melhor.
Como as famílias judaicas comemoram essa data especial!
A expressão "Bar-Mitsvá" se origina parcialmente do aramaico, a língua do Talmud. "Bar" significa literalmente "filho de", e "mitsvá" significa "mandamento". Assim, um "bar-Mitsvá" é um "filho do mandamento".
A ocasião mais importante na vida de um judeu chega quando ele atinge a idade para entrar na aliança com D'us e no compromisso de manter, estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos treze anos de idade.
O sagrado livro Zôhar explica que no dia do décimo terceiro aniversário de um menino, a alma Divina é revelada com maior intensidade, e exerce uma maior influência. Neste momento os jovens tornam-se aptos a responder pelo cumprimento das mitsvot. Esta é a razão de se fazer uma comemoração especial neste dia.
Uma Seudat Mitsvá (refeição completa com pão e carne) é preparada por ocasião do Bar-Mitsvá. Durante a refeição, o rapaz pronuncia um Devar Torá (um breve, mas profundo comentário sobre algum aspecto da Torá).

"Bat" significa literalmente "filha de", e "mitsvá" significa "mandamento". Assim, uma "Bat-Mitsvá" representa uma "filha do mandamento".
Uma das ocasiões mais importante na vida de uma menina judia chega quando ela atinge a idade para entrar na aliança com D'us e no compromisso de manter, estudar e praticar todos os mandamentos da Torá, aos doze anos de idade.
O sagrado livro Zôhar explica que no dia do décimo segundo aniversário de uma menina, a alma Divina é revelada com maior intensidade, e exerce uma maior influência. Neste momento as jovens tornam-se aptas a responder pelo cumprimento das mitsvot.
No caso da menina é positivo, não uma obrigação, reunir suas amigas e familiares onde algumas palavras de Torá deverão ser proferidas, seguida de uma seudat mitsvá, refeição festiva.

Que todos sejam abençoados por Deus.
Iza
*

Não sei quantos amores tive





Não sei quantos amores tive


Não sei quantos amores tive
Sei que os vivi.
Transformei-os, amei-os dentro de mim
Anjos ou demônios almejaram-me em minha jornada.
Lágrimas de amor desvairadas corriam por esse corpo,
Transformando, lapidificando
Em um ser iluminado.
Obstáculos tornavam-se sementes,
Pelas trilhas sangrentas pelas quais esse amor passava.
Se pensas que não mais amei
Estás muito enganado
Sentir esse sentimento ofuscar, ludibriar a minha alma,
É o que eu mais desejava.
O amor simplesmente acontece
Em noites de tormentos ou em dias ensolarados.
Chega arrebatando-nos com sua luz lunática.
O fogo da paixão transforma os órgãos do ser amado.
A alma não se cala nem tão somente se acalma.
Um turbilhão de desejos nas entranhas se avançara.
O nascer de uma nova alma
Com uma nova página será aberta.
Quero ofuscar-me nesse novo ser,
Somente ser,
Nessa nova empreitada.
O corpo esse nem se fala
Não mais consegue responder
Onde estou como estou
Nessa nova jornada.
Os olhos da alma simplesmente sorriem,
Engrandecido nessa nova paixão
Que se faz amor e a porta é destrancada.
Esse amor de tão belo torna-se infinito,
Como já dizia o Pai:
Na minha casa há muitas moradas.
Provavelmente encontrar-se-ão em uma dessas pousadas.
Quero dentre todos esses amores
Gozar a eterna doçura de ser amado.

Com amor a todos o seres celestiais.
(Iza Renata)
*

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Educação para as Crianças






“ Rubem Alves – Nasceu em 15 de setembro de 1933, em Boa Esperança, Minas Gerais. Mestre em Teologia, Doutor em Filosofia, psicanalista e professor emérito da Unicamp. Tem três filhos e cinco netas. Poeta, cronista do cotidiano, contador de histórias, um dos mais admirados e respeitados intelectuais do Brasil. Ama a simplicidade. Ama a ociosidade criativa.Ama a vida, a beleza e a poesia Ama as coisas que dão alegria.Ama a natureza e a reverência pela vida Ama os mistérios.Ama a educação como fonte de esperança e transformação. Ama todas as pessoas, mas tem um carinho muito especial pelos alunos e professores. Ama Deus, mas tem sérios problemas com o que as pessoas pensam e dizem a seu respeito. Ama as crianças e os filósofos – ambos têm algo em comum: Ama, ama, ama, ama... fazer perguntas. Ama, ama, ama,
“As crianças não têm idéias religiosas, mas têm experiências místicas. Experiência mística não é ver seres de outro mundo. É ver este mundo iluminado pela beleza.”
Já li muitos livros sobre psicologia da educação, sociologia da educação, filosofia da educação, mas, por mais que me esforce, não consigo me lembrar de qualquer referência à educação do olhar ou à importância do olhar na educação, em qualquer deles. ”
“A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...
“É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo...”
“Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.”
“A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação das sensibilidades...” “Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.” “Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.”
“Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver.”
“Quero ensinar as crianças. Elas ainda têm olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento:...”
“...a capacidade de se assombrardiante do banal.”
“Para as crianças, tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o vôo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra. Coisas que os eruditos não vêem.”
“Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci. Mas nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore, ou para o curioso das simetrias das folhas.”
“Parece que, naquele tempo, as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.”
“As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos.”
“As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos.” “Aprendemos palavras para melhorar os olhos.”
“As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.”
“Aprendemos palavras para melhorar os olhos.”
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. ”
“Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. ”
“Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
“Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente.”
“São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver. Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida.”
“Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança jamais será sábio.”


Queridos irmãos de percurso, recebi esse material e resolvi postá-lo.
Beijinhos em seus corações
Com grande afeto
Iza
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