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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Os Catadores de Conchas




´Os Catadores de Conchas´, conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Ela teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.



Um romance maravilhoso, que exalta o verdadeiro amor. Não deixe de ler.
“Que mulher feliz eu sou, morando em um jardim, com livros, crianças, pássaros e flores, além de ter tempo de sobra para desfrutá-los! Às vezes, tenho a sensação de haver sido mais abençoada do que todos os meus semelhantes, por ser capaz de encontrar a felicidade tão facilmente.”
A palavra é renascer.
Iza Renata
*

sábado, 22 de novembro de 2008

Não sei quantos amores tive





Não sei quantos amores tive


Não sei quantos amores tive
Sei que os vivi.
Transformei-os, amei-os dentro de mim
Anjos ou demônios almejaram-me em minha jornada.
Lágrimas de amor desvairadas corriam por esse corpo,
Transformando, lapidificando
Em um ser iluminado.
Obstáculos tornavam-se sementes,
Pelas trilhas sangrentas pelas quais esse amor passava.
Se pensas que não mais amei
Estás muito enganado
Sentir esse sentimento ofuscar, ludibriar a minha alma,
É o que eu mais desejava.
O amor simplesmente acontece
Em noites de tormentos ou em dias ensolarados.
Chega arrebatando-nos com sua luz lunática.
O fogo da paixão transforma os órgãos do ser amado.
A alma não se cala nem tão somente se acalma.
Um turbilhão de desejos nas entranhas se avançara.
O nascer de uma nova alma
Com uma nova página será aberta.
Quero ofuscar-me nesse novo ser,
Somente ser,
Nessa nova empreitada.
O corpo esse nem se fala
Não mais consegue responder
Onde estou como estou
Nessa nova jornada.
Os olhos da alma simplesmente sorriem,
Engrandecido nessa nova paixão
Que se faz amor e a porta é destrancada.
Esse amor de tão belo torna-se infinito,
Como já dizia o Pai:
Na minha casa há muitas moradas.
Provavelmente encontrar-se-ão em uma dessas pousadas.
Quero dentre todos esses amores
Gozar a eterna doçura de ser amado.

Com amor a todos o seres celestiais.
(Iza Renata)
*