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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A Montanha e o Rio





A montanha e o rio
No auge da Revolução Cultural chinesa, Ding Long, um jovem e poderoso general, gera dois filhos. Um deles, legítimo. O outro, nascido de uma jovem camponesa que se atira do alto de uma montanha poucos depois do parto. Tan cresce em Beijing, cercado de luxo, carinho e conforto, ao passo que Shento é criado nas montanhas por um velho curandeiro e sua esposa, até que a morte do casal o leva a um orfanato onde passa a viver sozinho, assustado e faminto. Separados pela distância e pelas condições de vida, Tan e Shento são dois estranhos, que crescem ignorando a existência um do outro. 'A montanha e o rio ' narra a saga desses dois irmãos que trilham caminhos distintos, mas cujas vidas se encontram quando se mesclam aos acontecimentos que marcam a história política e social da China no final do século XX.

A história nos leva a questionar sobre o que uma pessoa é capaz por vingança.
Será que vale a pena perder momentos preciosos de nossa existência por isso?
Tudo indica que estamos em um nível de aprendizado, para evoluirmos à outras moradas.
Vamos refletir, para buscarmos sentimentos melhores.
A palavra é tempo.
Iza Renata
*

Os Catadores de Conchas




´Os Catadores de Conchas´, conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual à de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Ela teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.



Um romance maravilhoso, que exalta o verdadeiro amor. Não deixe de ler.
“Que mulher feliz eu sou, morando em um jardim, com livros, crianças, pássaros e flores, além de ter tempo de sobra para desfrutá-los! Às vezes, tenho a sensação de haver sido mais abençoada do que todos os meus semelhantes, por ser capaz de encontrar a felicidade tão facilmente.”
A palavra é renascer.
Iza Renata
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A menina que roubava Livros




A Menina que Roubava Livros
(The Book Thief, no original) é um romance do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2006. No Brasil, ele foi lançado em março de 2007 pela editora Intrínseca, e foi traduzido por Vera Ribeiro. A narradora é a própria Morte. Ela encontra Liesel Meminger (personagem principal) várias vezes durante a história, e quase sempre a observa - quando não está muito ocupada recolhendo as almas durante as guerras.
A guerra e os temores que ela traz, tornam o enredo o mais humano possível, trazendo para nós uma visão diferente do que era não ser judeu mas ter princípios humanos em plena Alemanha dominada pelo nazismo na Segunda Guerra Mundial.


Esse livro é um espetáculo, nós seres humanos temos o poder da palavra, já pensaram como o dom da palavra é fortíssimo; não muito distante a esse assunto, o que esta acontecendo em Gaza e Israel vários seres humanos sonhando com a paz, buscando em suas leituras, amenizar seus sofrimentos.
Que humanos somos nós, que pela ganância, pelo poder não hesitamos em tirar o brilho da alma daqueles que ficam e sofrem por seus entes queridos, por que esses atropelamentos de visões, nossas almas se ofuscam, como é preciso evoluir e o caminho necessário é o amor.
Amigos não tenham medo, usaremos o Amor como nosso escudo. A todo o momento em nossas vidas o tempo é precioso, seremos sementinhas em germinação e com certeza formaremos uma floresta de seres iluminados cheios de amor para vencer essa guerra espiritual.
Muita PAZ
Iza Renata
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