quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Alma da Iza (homenagem)





Vovô Leal

Agradeço o carinho pelas palavras apresentadas por mim. Com certeza foi uma experiência maravilhosa, pois o plano superior permitiu que eu colocasse-as no papel. Obrigado pelo pôster, publiquei-o.
Com grande afeto
Aprendiz do amor.
Iza.
*

Consciência Negra





Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil


Zumbi, símbolo da
resistência negra
Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.
Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.
Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.
O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.
Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.
Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.
Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.
“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.

Estamos nesse plano espiritual, para aprendermos a amar o nosso próximo, independentemente de nossa etnia.
Muitas almas em suas vidas.
Beijinhos abençoados.
Iza
*

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Pai Nosso em Aramaico






o SNa Igreja do Pai Nosso, no Monte das Oliveiras, em Jerusalém, na Palestina, há versões da oração "Pai Nosso", ensinada por Jesus Cristo, em centenas de idiomas falados pelo mundo, inclusive o português.

Existe lá, também, a versão em aramaico, que está gravada em uma pedra de mármore branco. O aramaico, originário da Alta Mesopotâmia (séc VI ac), era o idioma usado pelos povos da região e era a língua na qual Jesus Cristo falava às pessoas.

Há uma tradução livre, do aramaico para o português, do Pai Nosso gravado na pedra, e da qual provavelmente se derivou a oração que conhecemos da Bíblia. Reproduzimos abaixo a pedra e sua tradução:



ABVUM D'BASHMAÍA
" Pai-Mãe, respiração da Vida,
Fonte do som, Ação sem palavras, Criador do Cosmos !
Faça sua Luz brilhar dentro de nós, entre nós e fora de nós
para que possamos torná-la útil.

NETCÁDASH SHIMÓCH
Ajude-nos a seguir nosso caminho
Respirando apenas o sentimento que emana do Senhor.

TETÊ MALCUTÁCH UNA
Nosso EU, no mesmo passo, possa estar com o Seu,
para que caminhemos como Reis e Rainhas
com todas as outras criaturas.

NEHUÊ TCEVIANÁCH AICANA D'BASHIMÁIA AF B'ARHA
Que o Seu e o nosso desejo, sejam um só,
em toda a Luz, assim como em todas as formas,
em toda existência individual, assim como em todas as comunidades.

HÔVLAN LÁCMA D'SUNCANÁN IAOMÁNA
Faça-nos sentir a alma da Terra dentro de nós,
pois, assim, sentiremos a Sabedoria que existe em tudo.

UASHBOCAN HÁUBEIN UAHTEHÍN AICÁNA DÁF QUINAN SHBUOCÁN L'HAIABÉIN
Não permita que a superficialidade e a aparência das coisas do mundo nos iluda,
E nos liberte de tudo aquilo que impede nosso crescimento.

UÊLA TAHLAN L'NESIÚNA. ÊLA PATSSAN MIN BÍXA
Não nos deixe ser tomados pelo esquecimento
de que o Senhor é o Poder e a Glória do mundo,
a Canção que se renova de tempos em tempos
e que a tudo embeleza.

METÚL DILÁHIE MALCUTÁ UAHÁILA UATESHBÚCTA LÁHLÁM.
Possa o Seu amor ser o solo onde crescem nossas ações.

ALMÍN
Amém


Desejo momentos de orações em seus lares.
Com grande afeto
Iza
*

A Cabana






A Cabana (William P. Young)
Uma obra de ficção que relata sobre a vida, dor, perdão, fé e principalmente o amor.
Uma obra que faz com que reflitamos sobre a grandeza do amor de Deus.

_ Querido você perguntou o que Jesus realizou na cruz. Então agora me ouça com cuidado: a morte dele e sua ressurreição foram a razão pela qual eu agora estou totalmente reconciliado com o mundo.
_ Com o mundo Inteiro?
_ Com o mundo inteiro, Mack. Estou dizendo que a reconciliação é uma rua de mão dupla e eu fiz a minha parte, totalmente, completamente, definitivamente. Não é da natureza do amor forçar um relacionamento, mas é da natureza do amor abrir caminho...


Desejo um caminho de luz a todos.
Espero que leiam esse livro, fiquei muito emocionada.
Iza Renata
*

O vendedor de sonhos





O vendedor de sonhos: Um livro de ficção que decorre sobre a vida de um desconhecido que começa a chamar seguidores para vender sonhos; tentando libertá-los da rotina de suas vidas em um mundo capitalizado, egocêntrico, individual...

“...Sou um caminhante que outrora colocou Deus debaixo da planta dos pés, mas depois de atravessar um grande deserto descobriu que Ele é o artesão da existência...”

Sou apenas um caminhante
Que perdeu o medo de se perder
Estou seguro de que sou imperfeito
Podem me chamar de louco
Podem zombar das minhas idéias
Não importa!
O que importa é que sou um caminhante
Que vende sonhos para os passantes
Não tenho bússola nem agenda
Não tenho nada, mas tenho tudo
Sou apenas um caminhante
À procura de mim mesmo.

Quem sou?
O que sou?
Beijinhos em seus corações. Espero que leiam esse livro.
Iza
*

Música Supertramp







Logical Song
When I was young

It seemed that life was so wonderful

A miracle, oh it was beautiful, magical

And all the birds in the trees

Well they'd be singing so happily

Oh joyfully, oh playfully watching me

But then they sent me away

To teach me how to be sensible

Logical, oh responsible, practical

And then they showed me a world

Where I could be so dependable

Oh clinical, oh intellectual, cynical



There are times when all the world's asleep

The questions run too deep

For such a simple man

Won't you please, please tell me what we've learned

I know it sounds absurd

Please tell me who I am



I say: Now watch what you say

Or they'll be calling you a radical

A liberal, oh fanatical, criminal

Oh won't you sign up your name

We'd like to feel you're acceptable,

respectable, oh presentable, a vegetable

whoa (tick tick tick yeah)



But at night when all the world's asleep

The questions run so deep

For such a simple man

Won't you please, please tell me what we've learned

I know it sounds absurd

But please tell me who I am, who I am, who I am, who I am

Iza Renata
Beijos em seus corações.
*

Alma





Caio em lamúrias.
Tormentos aguçados
Noites sombrias
Dias esmaltados
Dor no peito...
Sentimento debilitado
Amargura no coração
Querendo um mundo diferenciado.
Queria vender sonhos
Sonhos meditados
Quem sou?
Por que sou?
Nesse caminhar ludibriado.
Esses sonhos cinzentos
Enfraquecem minha alma
Delego-me em outrora
Avisto um caminhante ofuscado
Inerte a espreita
Findando-o aterrorizado.
Ao despertar o presságio
Aquele andarilho é minha alma
Ofuscada pelo mundo engravatado!

(Iza Renata)